Por que escolher o DIU?
O DIU em Cuiabá tornou-se a escolha número um de mulheres que buscam praticidade e alta eficácia. Ao contrário da pílula, o DIU não depende da memória da paciente (esquecimentos são a maior causa de falha da pílula) e tem taxas de eficácia comparáveis à laqueadura, com a vantagem de ser totalmente reversível.
A Dra. Ana Carolina Myssen destaca que o DIU é um método de "longa duração" (LARC), permitindo que a mulher planeje sua vida com total liberdade, sem as oscilações hormonais sistêmicas que muitos outros métodos causam.
Tipos de DIU Disponíveis
Ajudamos você a escolher o melhor para o seu perfil:
DIU Hormonal (Mirena/Kyleena)
Libera progesterona localmente. Reduz o fluxo menstrual e as cólicas. Ideal para quem sofre com TPM intensa ou endometriose.
DIU de Cobre
100% livre de hormônios. Mantém o ciclo natural da mulher. Opção mais econômica e com durabilidade de até 10 anos.
DIU de Cobre com Prata
A prata ajuda a reduzir a oxidação do cobre, o que pode diminuir a intensidade das cólicas em comparação ao DIU de cobre comum.
Inserção com Ultrassom
Garantimos que o DIU esteja no local correto através da conferência imediata por imagem, reduzindo riscos de expulsão.
Como é o dia da inserção?
O procedimento leva cerca de 15 minutos e é realizado no próprio consultório da Dra. Ana Carolina.
- Avaliação Prévia: Realizamos um ultrassom para medir o útero (histerometria).
- Conforto: Oferecemos anestesia local no colo do útero, o que reduz drasticamente a sensação de cólica durante a passagem do dispositivo.
- Pós-Procedimento: A paciente descansa por alguns minutos e já sai com o agendamento do retorno para conferência do fio.
Resposta direta para pacientes em Cuiabá
Qual DIU escolher?
A escolha entre DIU de cobre, prata ou hormonal depende de fluxo menstrual, colicas, anemia, acne, desejo contraceptivo, tolerancia hormonal e perfil clínico.
Precisa fazer exames antes?
A avaliação pode incluir exame ginecológico, rastreio de infecções quando indicado, atualização do preventivo e ultrassom em situações específicas. O objetivo é inserir com segurança.
- DIU de cobre pode aumentar fluxo em algumas pacientes.
- DIU hormonal pode reduzir sangramento e colicas em muitos casos.
- Retorno e orientação sobre sinais de alerta fazem parte do acompanhamento.
O que define uma boa indicação
O melhor DIU é aquele que conversa com o padrão menstrual da paciente e com o objetivo contraceptivo dela. Em mulheres com fluxo intenso e cólica importante, o DIU hormonal costuma ter vantagem.
Também pesa o momento da vida reprodutiva, o histórico de infecções e a aceitação dos efeitos esperados. O papel da consulta é alinhar expectativa, segurança e conforto de forma realista.
- Fluxo intenso e cólica mudam a escolha do dispositivo.
- A inserção deve ser feita com planejamento e orientação clara.
- Os primeiros meses pedem acompanhamento para ajuste de queixas.
Perguntas Frequentes
Mulheres virgens ou adolescentes podem usar DIU?
Adolescentes sim, e é muito recomendado para evitar gravidez indesejada. Para virgens, a inserção só é possível sob sedação em ambiente hospitalar para preservar o hímen.
O DIU pode sair do lugar?
Existe uma chance pequena de expulsão (cerca de 3 a 5%), principalmente nos primeiros meses. Por isso, o retorno com ultrassom é obrigatório.
O parceiro sente o fio do DIU?
Raramente. O fio é muito fino e fica posicionado no fundo da vagina. Se o parceiro sentir, o médico pode cortá-lo um pouco mais curto.
O DIU de cobre aumenta muito o fluxo?
Pode haver um aumento de 20 a 30% no fluxo e nas cólicas nos primeiros 3 meses. Depois, o corpo costuma se adaptar.
Posso retirar o DIU a qualquer momento para engravidar?
Sim. Assim que o DIU é retirado, a fertilidade da mulher retorna ao seu padrão normal imediatamente.
Referências e Autoridade em Contracepção
- Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) - Manual de Anticoncepção
- Organização Mundial da Saúde (OMS) - Critérios Médicos de Elegibilidade para Uso de Anticoncepcionais
- American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG)
